sexta-feira, setembro 29, 2006

We are the world and with beer

Celebridades do punk suiço interpretando “We are the world”.

quinta-feira, agosto 10, 2006

Que Popstar que nada!

Enquanto aqui no Brasil a gente tem que aturar aqueles calouros do Raul Gil e cascatas como Rouge e Brozz, no canal pago People + Arts os americanos estão acompanhando o programa de calouros definitivos. Trata-se do Rockstar Supernova, um programa onde a banda Supernova, formada por Tommy Lee (Motley Crue) na bateria, Jason Newsted (ex-Metallica) e Gilby Clarke (que já tocou em várias bandas, inclusive Guns' n' Roses) na guitarra procura por um vocalista dentre vários candidatos. A estrutura do programa é bem manjada: a cada semana os concorrentes apresentam um música e são avaliados pelos membros da banda e depois do programa, votados pelo público. Os três menos votados apresentam uma nova música e depois um deles é eliminado. Para quem se interessou e não tem TV paga, estou postando alguns vídeos aqui de algumas apresentações que achei interessantes. Quem quiser ver mais, basta entrar no You Tube e procurar por "Rockstar Supernova". Um abraço!


Toby Rand - Knocking On Heavens Door


Magni - My Generation


Dana Andrews - Baba O'Riley


Jill Gioia - Piece of My Heart


quarta-feira, agosto 02, 2006

Marky Ramone no Brasil

O baterista fará um set especial no clube Vegas ( em São Paulo ) no dia 03 de Agosto. O clube realiza nas noites de quinta-feira o evento “Rockfellas” particularmente na ocasião, Marky irá tocar o melhor dos clássicos punks de Nova Iorque, utilizando vinil.
O músico está no Brasil para o lançamento do DVD “Ao Vivo” da banda gaúcha Tequila Baby, e para comemorar os 30 anos de lançamento do primeiro álbum de seu lendário grupo.
No dia 11 de Agosto, em Campinas (interior de SP), no Tênis Clube local, Marky se apresentará no tributo Ramones Fest 2006, com o Tequila Baby. Posteriormente, o tributo segue para São Paulo, no dia 5 de Agosto e Belo Horizonte, no dia 12 do mesmo mês.


quinta-feira, julho 27, 2006

Queimando tudo!

Inegavelmente o Deep Purple sempre será lembrado mais pela formação com Ian Gillan, Ritchie Blackmore, Roger Glover, Jon Lord e Ian Paice. Mas isso não impede que não apreciemos essa fantástica banda em outras formações. E David Coverdale e Glen Hughes não são quaisquer músicos, eles têm um talento muito grande e colaboraram de forma decisiva para a criação de grandes músicas do Purple.
Nesse vídeo, que faz parte do DVD "California Jam", de 1974, a banda mostra toda a sua grande forma executando a clássica "Burn". Espero que vocês gostem!


Ilustres Desconhecidos...

New Model Army - Carnival
01. Water
02. BD3
03. Prayer Flags
04. Carlisle Road
05. Red Earth
06. Too Close To The Sun
07. Bluebeat
08. Another Imperial Day
09. LS43

10. Island

11. Fireworks Night


A história do rock está repleta de bandas excelentes que infelizmente, por um motivo ou outro, não alcançaram o merecido sucesso, são as famosas bandas “injustiçadas”. E em meio a tantas que compõe essa lista, vale destacar o soberbo New Model Army, que acaba de lançar lá fora seu 8º álbum de estúdio, “Eight”.
Uma das bandas mais inflamadas e estimulantes de todos os tempos, o NMA é o elo perdido entre o Clash e o Rage Against the Machine, fazendo de suas canções, verdadeiros hinos libertários; e de sua existência uma missão quase sagrada. Ausentes do mercado brasileiro há muitos anos, talvez os leitores mais novos só os conheçam pelo hit “51th State”, por isso vale a pena dar uma geral rápida na carreira desse incendiário power trio. Formada no subúrbio industrial de Bradford (o ABC paulista da Inglaterra) em 1980 por Justin Sullivan (mais conhecido como Slade, the Leveller), vocal e guitarras, Rob Heaton, bateria e guitarras, e Stuart Morrow, baixo; a banda roubou seu nome homônimo do exército revolucionário inglês do século 17, cujos membros eram conhecidos como “levellers” (niveladores ou igualitários) pois pregavam um modelo de sociedade sem diferenças sócio-econômico-cultural. Esquerdistas de carteirinha e politizados até a medula, a bandas começou com um punk rock crú e urgente, porém com características próprias bem marcantes, como uma bateria militar galopante e linhas de baixo extremamente agudas e acrobáticas, o que lhe conferiu desde o princípio uma sonoridade peculiar e inconfundível. As letras então, eram um capítulo a parte, pois o verborrágico e extremamente culto Slade consumia Bob Dylan em altas doses, tornando-se em pouco tempo, ao lado de Jello Biafra (Dead Kennedys) e do próprio Dylan, um dos melhores e mais lúcidos letristas da história do rock. Nada escapava de sua artilharia lírica: do imperialismo yankee às dificuldades da vida em família; da guerra das malvinas às estupidez do uso das drogas. Mas nem tudo eram flores, depois de gravarem dois discos “Vengeance” (1984) e “No rest for the wicked” (1985), o genial baixista Morrow deixa a banda. Imediatamente recrutaram Jason Harris para seu posto, que o substituiu com extrema competência. Passaram então a incorporar cada vez mais folks celtas e ciganos em seu trabalho, crescendo como músicos e alcançando uma sonoridade muito mais madura e consistente e cada vez mais original e viril. Com essa formação, transbordando energia e criatividade, gravaram 3 discos impecáveis: “The ghost of Cain” (1986), “Thunder of Consolidation” (1989) e o mini-lp “White Coats” (1987). Em 1989, porém, é a vez de jason deixar a banda e entrar o baixista nelson em seu lugar, com quem vieram tocar no Brasil em 1991, em 3 shows antológicos. Com a nova formação gravaram “Impurity” (1990), “The Love of hopeless causes” (1993) e “Strange Brotherhood” (1998). No final de 1998, nosso bravo exército sofre mais uma baixa, dessa vez o batera Rob Heaton, um dos fundadores da banda, sai para se dedicar a seu novo projeto musical “Gardeners of Eden”. Em seu lugar entra seu roadie Michael Dean, com quem acabara de gravar “Eight” (2000). Infelizmente, apesar da altíssima qualidade, originalidade e inteligência de sua obra, o NMA continua uma banda cult, pouco (re)conhecida for a da Inglaterra. Mas eles não se importam com isso, sempre tiveram uma postura rígida e nunca adimitiram qualquer interferência das gravadoras para “comercializar” mais seu som (seus contratos com as gravadoras chegavam a incluir uma cláusula que lhes garantia total liberdade de criação), recusaram muitos programas de TV com os quais não simpatizavam e nunca tiveram papas na língua, corneteando duramente contra o governo, multinacionais, gravadoras, mídia, modismos e tudo mais com o qual não concordavam. Seu carinho e lealdade, no entanto, guardaram sempre para os fãs em todo o mundo, chegando a interromper o show e a pular do palco para defendê-los de seguranças truculentos. No entanto todo esse caráter e atitude, tão raros atualemte tiveram seu preço: foram ignorados por boa parte da crítica, tivera músicas banidas de inúmeras rádio, são boicotados nesses famosos festivais patrocinados por cigarros (por serem abertamente contra o fumo) e chegaram a ser proibídos de entrar nos EUA. Em compensação tocaram (e tocam) em prol de todas as causas justas, possíveis e imagináveis: festivais ecológicos, anti-drogas e anti-racismo, sendo considerados a maior banda underground da Inglaterra, onde continuam entricheirados, gravando por selos independentes. Aliás, a independência sempre foi a palavra chave para o New Model Army. Afinal, não é justamente para defendê-la que surgem exércitos revolucionários?

Download :: Senha: http://lagrimapsicodelica.blogspot.com/

terça-feira, julho 11, 2006

A banda dos sonhos!!

Imagine um estúdio... você caminha por alguns corredores, cruza com algumas pessoas no caminho. De repente você começa a escutar os acordes de uma velha e conhecida canção. Mas ela parece um pouco diferente... talvez um pouco mais pesada, mas mesmo assim familiar. A música é Smoke On The Water do Deep Purple. Tocando o riff inconfundível de guitarra está Ritchie Blackmore, o original. Você vibra, mas percebe que existem mais guitarras tocando junto... ao lado de Ritchie estão Tommi Iomi, David Gilmour e Brian May. Você mal pode acreditar em seus olhos, mas ainda não acabou... Ian Gillan entra cantando com sua poderosa e característica voz... na bateria, Roger Taylor destruindo... espere, tem mais alguém cantando... é Bruce Dickinson!! E esse teclado... ele parece familiar e diferente ao mesmo tempo... espere... é o Jon Lord junto com o Rick Wakeman! Antes que alguém diga "ei, esse cara bebeu", tá ai o vídeo do "Rock Aid Armenia", um projeto que reuniu grandes figuras do rock para ajudar as vítimas de um terremoto que assolou aquele país. Infelizmente essa banda dos sonhos gravou apenas essa música...


terça-feira, junho 13, 2006

Um pouco dos duetos da família Cash

Johnny Cash - Duets With June Carter Cash
01. It Ain't Me Babe
02. Jackson
03. Long Legged Guitar Pickin' Man
04. Oh, What A Good Thiing We Had
05. Darlin' Companion
06. If I Were A Carpenter
07. Cause I Love You
08. No Need To Worry
09. Help Me Make It Through The Night
10. The Lovin' Gift
11. The Pine Tree
12. Old Time Feeling
13. One Way Rider
14. Brand New Dance
15. Far Side Banks Of Jordan
16. It Takes One To Know One

Nascido em Kingsland, Arkansas, Estados Unidos, no dia 26 de fevereiro de 1932, este famoso cantor e guitarrista-violonista tem sido sucesso desde suas primeira canção gravada "I Walk The Line", em 1956.
Nascido artisticamente no mesmo berço de Elvis, Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Roy Orbison e outros (Sun Records de Memphis, Tennessee), Johnny Cash regularmente tocava em prisões e compunha suas canções com esta temática.
Cash apareceu em filmes, televisão e no Grand Ole Opry, além de ter recebido três Grammys. Muitas de suas canções foram escritas em parceria com sua esposa, June Carter Cash. Rosanne Cash, sua filha, também segue carreira de cantora.
Em 2006, a vida de Cash está de volta ao centro das atenções e sendo contada em filme de título "Walk the Line", derivado do nome de sua primeira canção, com Joaquin Phoenix no papel título, Reese Witherspoon como June and Robert Patrick. Ambos ganharam o Globo de Ouro como Melhor Ator e Melhor Atriz de Musical, estão concorrendo ao Oscar 2006, além do filme ter ganho Melhor Filme Musical. Este ano também sairá um novo álbum, gravado pouco antes da morte de Cash, em 2003, com o produtor Rick Rubin, o disco trará a última composição inédita do ícone, "Like The 309". Regravações de nomes como Bruce Springsteen e Gordon Lightfoot, entre outros, completam o material.

Download
Password: madrid

terça-feira, junho 06, 2006

Mais um lançamento de um ex-Purple

Joe Lynn Turner - Without Flame
01 - One Day Away
02 - Fire Without Flame
03 - Carnival Of Souls
04 - Heart Against Heart
05 - End Of The Line
06 - Forever Changed
07 - Bad Feeling
08 - Looking For Trouble
09 - Down and Dirty
10 - License To Kill
11 - Slow Burn


Joe Lynn Turner nasceu em 1951 e iniciou sua carreira como vocalista e guitarrista de uma banda chamada Fandango na década de 70. Em 1980 foi convidado por Ritchie Blackmore para substituir Graham Bonnet no Rainbow, onde gravou 3 álbuns até o fim do grupo em 1984. A partir de então iniciou sua carreira solo, que foi interrompida algumas vezes para que ele participasse de algumas bandas importantes. Em 1988 entrou para a banda de Yngwie Malmsteen e gravou os álbuns "Odyssey" e "Live In Leningrad". Nesse período colaborou em discos de gente diversificada como Michael Bolton, Cher, Bonnie Tyler e Billy Joel. Em 1990, mais uma vez foi convidado por Blackmore, agora no Deep Purple, para assumir os vocais no lugar de Ian Gillan.
No Deep Purple, gravou um único disco: o comercial e odiado "Slaves And Masters". Esse fato marcou negativamente seu nome, que passou a ser associado às piores fases de Rainbow e Deep Purple. Independentemente disso, seguiu em frente sendo os dos músicos que mais produzem na atualidade, tanto em seus próprios discos como "emprestando" sua voz para álbuns de diversos músicos e projetos. Gravou com Michael Schenker, Leslie West, Eddie Ojeda, Brazen Abbot, Mother's Army e Glenn Hughes (com quem formou o Hughes Turner Project) entre outros.

Download
Password: fireball

segunda-feira, junho 05, 2006

O Veludo Subterrâneo

The Velvet Underground - Loaded
01 Who Loves The Sun
02 Sweet Jane (full-length version)
03 Rock & Roll (full-length version)
04 Cool It Down
05 New Age (long version)
06 Head Held High
07 Lonesome Cowboy Bill
08 I Found A Reason
09 Train Round The Bend
10 Oh! Sweet Nuthin'


Embora tenham feito pouquíssimo sucesso durante a sua existência a banda Velvet Underground com o passar dos tempos tornou-se um cult e sua influência na história do rock é inegável. Foram das primeiras bandas a abordar temas obscuros em suas músicas, drogas (overdoses, não as divertidas viagens de ácido dos Beatles), prostituição, problemas, doenças, e morte. O estilo desleixado e do-it-yourself influenciaria profundamente o surgimento do punk rock uma década depois do fim da banda.

Lou Reed (vocalista e guitarrista) e Sterling Morrison (guitarrista) e John Cale (baixista e vocalista) conheceram-se na Universidade de Suracusa em New York. O primeiro nome da banda foi The Primitives. Com a entrada da baterista Maureen Tucker o nome foi modificado para The Velvet Underground (retirado de um romance de ficção barata). Patrocinados e financiados pelo artista plástico Andy Warhol (que trouxe para a banda a vocalista Nico e cedeu a clássica gravura da banana para a capa do disco) gravaram The Velvet Underground and Nico em 1966. Nico sairia da banda logo após. O álbum embora sem repercussão na mídia se tornou um clássico alternativo.
O segundo álbum saiu em 1967, White Light/White Heat. John Cale abandonou a banda para seguir carreira solo, sendo substituído por Doug Yule. Sem Cale, porém parte do experimentalismo e abuso tão característicos da banda foram perdidos. O terceiro álbum , Velvet Underground, foi lançado em 1969. Loaded, último álbum de verdade da banda, saiu em 1971.
Após Loaded Lou Reed abandonou a banda para se dedicar a sua carreira de junkie (apenas anos mais tarde voltaria com alguns dos mais inteligentes álbuns da história do rock em sua carreira solo). Em meados da década de 70 a banda Velvet Underground foi redescoberta pelo movimento punk.
Em 1992 Lou Reed e John Cale reuniram-se novamente para uma curta turnê pela Europa (mais celebrada do que qualquer uma durante os seus anos de carreira). Algumas datas gravadas resultaram no álbum Live MCMXCII. Sterling Morrison morreu de causas desconhecidas em 1995.

Download

terça-feira, maio 30, 2006

Lançamento do Glenn Hughes

Glenn Hughes - Music for the Divine
1. The Valiant Denial
2. Steppin’ On
3. Monkey Man
4. This House
5. You Got Soul
6. Frail
7. Black Light
8. Nights In White Satin
9. Too High
10. This Is How I Feel
11. The Divine


Nascido em 21 de agosto de 1952, na cidade de Cannock, Inglaterra, Glenn Hughes deixou a escola logo aos 16 anos para tocar em vários grupos locais. Um deles, chamado Finders Keepers, mudou o nome para Trapeze e entrou para o mundo da fama. A ilustre formação da banda incluia além de Hughes, o guitarrista Mel Galley (que viria a fazer parte do Whiteskane alguns anos depois) e Dave Holland (mais tarde baterista do Judas Priest). Eles lançaram três álbuns, dos quais "You Are The Music, We’re Just The Band" (1972) causou grande sensação.
Em setembro de 1973, o tecladista e o baterista do Deep Purple, Jon Lord e Ian Paice, estiveram em alguns shows do Trapeze para conferir se Hughes seria uma opção para os lugares de Ian Gillan e Roger Glover, que haviam deixado o Purple em junho daquele ano. Hughes aceitou o convite, recusando outro do Electric Light Orchestra. David Coverdale entrou simultaneamente no Deep Purple substituindo Gillan e a banda alcançou outro estágio da sua força criativa.
O álbum "Burn" é, sem dúvida, um dos melhores discos em toda a história do Deep Purple. Seu sucessor, "Stormbringer", seguiu a mesma linha. A combinação do timbre bluesy de Coverdale com a voz ilimitada de Hughes tornou-se uma das maiores características do Deep Purple.
Hughes levou a banda para uma direção mais funky, provavelmente o motivo da saída de Ritchie Blackmore em 1975, quando este formou o Rainbow junto com Ronnie James Dio. O substituto de Blackmore foi Tommy Bolin, que gravou "Come Taste The Band" em 1975.
Tragicamente, o guitarrista morreu de overdose de heroína em Miami, Estados Unidos, em dezembro do ano seguinte, precipitando o fim do Deep Purple. "Tommy foi o meu melhor amigo, ele era como um irmão para mim", lembra Glenn Hughes. "Eu não tinha idéia de que ele usava heroína. Sua morte foi o maior choque de toda a minha vida", lamenta o músico.
O término do Purple, que voltaria anos depois, marcou o começo da carreira solo de Hughes e uma infindável lista de participações em projetos de outros talentosos músicos durante os 25 anos seguintes. Entre estes projetos estão "Seventh Star", com o Black Sabbath em 1986; "Run For Cover", com Gary Moore, também em 1986; "Face The Truth", com o ex-guitarrista do Europe, John Norum (1992); e "Sacred Groove", álbum solo do guitarrista do Dokken, Gerge Lynch, (1989). Há ainda a participação nos backing vocals do disco "Slip Of The Tongue", que o Whitesnake gravou em 1989; XYZ no mesmo ano; Mötley Crue (1994); Linch Mob e "Wave Of Emotions", trabalho solo do guitarrista do Poison, Ritchie Kotzen, em 1996; além da participação em "Nostradamus", a opera rock do guitarrista búlgaro Nikolo Kotzev.
Tudo isso mostra como Hughes tem sido um popular músico de estúdio. Ele também chamou atenção com o seu envolvimento no mega hit americano "America: What Time Is Love", projeto inciado pelo ex-manager do Echo And The Bunnymen, Bill Drummond, para comemorar os 500 anos dos Estados Unidos. Hughes participou ainda de dois álbuns da trilogia "Phenomena", além de sua cooperação com Pat Thrall, Stu Hamm, Carine Appice e Paul Taylor em "Killer Queen", uma faixa para o tributo ao Queen, entre outros trabalhos de destaque.
Em sua carreira solo, Hughes também sempre mereceu elogios e alcançou o sucesso. Da sua discografia se destacam: "Burning Japan Live", uma coletânea ao vivo gravada com três integrantes do Europe; "Feel" (1995) e "Addiction" (1996), em que ele se aproximou mais da soul music e do blues.
Em 1999 Hughes retomou suas raízes hard rock, com "The Way It Is". Ele manteve esta orientação em "Return of the Crystal Karma", álbum lançado no ano 2000; e com "Building The Machine", que chegou ao mercado em 2001.
O seu último álbum sairá em 9 de Junho, via Frontier Records, sob o nome de “Music For The Divine”. A produção foi feita pelo próprio Hughes, ao lado do baterista Chad Smith, dos Red Hot Chili Peppers, que também emprestou a casa para que o disco fosse gravado. Além da dupla, a formação da banda traz JJ Marsh nas guitarras. “Music For The Divine” conta também com a participação do guitarrista John Frusciante (também do RHCP) e do tecladista Mark Killian.

Download
Password: www.metalunion.org